As falhas geológicas do Brasil

Tremores no Brasil
Pernambuco, ao lado do Ceará e do Rio Grande do Norte, são os Estados com maior atividade sísmica do Brasil. Estudos da Universidade Federal do Rio Grande do Norte já identificaram falhas geológicas e vários fragmentos de rochas antigas sob a Região Nordeste que favorecem os abalos. Os eventos ocorrem por acomodações nas camadas geológicas e são sempre de baixa profundidade.

mapa_falhas_geologicas_brasil_grande

Brasília, 7/1/2003 (Agência Brasil – ABr) – Cálculo de especialistas indicam que todos os dias ocorrem terremotos, numa média de um por minuto, mas é possível que o número seja maior. Apesar de serem afetados com maior freqüência, os abalos não estão restritos a países como Japão ou Estados Unidos. Ao contrário do que a maioria pensa, os brasileiros podem, sim, sentir o chão tremer a seus pés.

Uma pesquisa do Instituto de Geociências (IGC) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) mapeou o território brasileiro e identificou 48 falhas geológicas mestras, locais onde “nascem” os terremotos. “Hoje, poderíamos acrescentar algumas outras a esse total, sem falar nas falhas secundárias”, afirma o professor Allaoua Saadi, coordenador do trabalho. O projeto integra o Programa Internacional da Litosfera (International Lithosphere Program) que, por meio de uma força-tarefa, mapeia as estruturas tectônicas em atividade no planeta para prever catástrofes naturais.

Por muito tempo, a idéia de que o Brasil estava livre do risco de terremotos, furacões ou outro formas de catástrofe natural prevaleceu no imaginário popular. Segundo Saadi, porém, a ausência de tais fenômenos não se deve à interferência divina, mas a um conjunto de fatores resultantes do tipo de ocupação do país. Devido às grandes extensões territoriais, o Brasil, ainda hoje, tem áreas pouco habitadas. “E se não existe ninguém para relatar a ocorrência do tremor, ele passa a não existir”.

Nas regiões onde a mineração é presente, muitos terremotos foram confundidos com detonações de maciços ou quedas de blocos. A evolução da geologia, principalmente nos últimos dez anos, motivou novo olhar sobre o tema. Há algumas décadas, por exemplo, o modelo adotado por cientistas de todo o mundo pregava a existência de lugares estáveis, onde o risco de tremores era zero, e outros instáveis, sujeitos às consequências da movimentação de placas tectônicas. Hoje, no entanto, é aceitável dizer que não existem locais estáveis – tudo está se movendo. Isso significa dizer que abalos sísmicos podem ocorrer em qualquer parte do planeta, inclusive no Brasil.

Questões ambientais também incentivaram o desenvolvimento da ciência. A legislação atual obriga as empresas a realizarem uma avaliação do risco de sismicidade induzida antes de iniciar a construção de barragens. Isso porque a maioria dos rios cria seus leitos ao longo das falhas geológicas, zonas frágeis onde surgem os terremotos. Dessa forma, as chances de qualquer barragem estar localizada em cima de uma falha são grandes. A espessa coluna d’água cria tensão suplementar, e aquele tremor que só ocorreria depois de um século pode ser antecipado para daqui a alguns meses ou anos.

Além da avaliação, é necessário o monitoramento por meio de sismógrafos, aparelhos sensíveis que registram a oscilação do solo e permitem determinar localização e magnitude dos terremotos. A atividade de mineração também deve apresentar um plano de detonação que relacione carga, estrutura geológica e local da explosão. Aliados às novas estações de monitoramento de sismos, esses fatores contribuíram para o acúmulo de dados que tornam possível a criação de um mapa neotectônico do país. As informações permitem a Saadi afirmar que todos os dias ocorrem terremotos no Brasil. “Mas como a intensidade dos tremores é pequena, a população não percebe”.

A necessidade de conhecer a natureza, dinâmica, origem e evolução da crosta terrestre levou à criação de um projeto mundial para estudo dos terremotos. Instituído em 1980, o Programa Internacional da Litosfera (International Lithosphere Program) funciona por intermédio de grupos de trabalho localizados em todos os continentes. O professor Saadi é o coordenador do trabalho no Brasil, papel que assumiu efetivamente em 1996. Todas as informações serão reunidas em um grande mapa-múndi que permitirá, até certo ponto, evitar futuras catástrofes.

A fim de desenhar o mapa brasileiro, Saadi realizou várias viagens com a colaboração de colegas em Belém, Natal, Fortaleza e São Paulo. Em uma delas, foi de Manaus a Belém pelo Rio Amazonas em um barco do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa). Durante 20 dias, o grupo investigou as margens e identificou falhas na região. Para localizar as falhas, Saadi analisa primeiro cartas topográficas à procura de indicadores. Os rios são um exemplo, pois correm geralmente ao longo das fissuras. Outros recursos utilizados são imagens de satélite, fotografias aéreas e consulta à bibliografia já produzida sobre o tema. O resultado é um trabalho que aponta 48 falhas mestras, algumas com até 10 quilômetros de profundidade, a maioria concentrada no sudeste e no nordeste do país.

“É bom lembrar que não podemos afirmar quando ou com qual intensidade os terremotos ocorrerão. O que o estudo indica são os locais com maior probabilidade de serem atingidos por terremotos”, explica Saadi. Em países como o Japão, boa parte dos investimentos na área vão para pesquisas que tentam prever a data dos abalos, o que permitiria elaborar com antecedência um plano de evacuação. No entanto, isso ainda não foi alcançado. Conhecer a história do país também ajuda na previsão de tremores. “A França possui registros históricos de quase dois milênios, que contam também sobre eventos geológicos ocorridos na região. No Brasil isso é mais difícil. Os dados confiáveis que temos não ultrapassam os 50, 60 anos”.

Cada uma das falhas identificadas pela equipe de Saadi estão no mapa acima. O primeiro relatório de atividades foi apresentado em 1999, mas o trabalho prossegue: falta traduzir os dados para a base cartográfica do serviço geológico americano. Assim que o serviço for concluído, o mapa do Brasil ocupará seu espaço na carta mundial das maiores falhas ativas (World Map of Major Active Faults).

Terremotos no Brasil

Os terremotos são provocados pelo deslocamento das placas tectônicas, blocos rochosos que formam a crosta terrestre. Quando uma placa se movimenta, existe liberação de energia, resultante do acúmulo de tensões na crosta. Nos locais onde duas placas se uniram ou se separaram há milhões de anos, formaram-se falhas que, por serem zonas frágeis, servirão como porta de escape dessas tensões. Elas têm de 50 a 70 quilômetros de profundidade, e correspondem às áreas onde ocorrem os terremotos de maior intensidade.

Apesar de estar localizado no meio de uma grande placa, o Brasil não está livre dos tremores. Como explica Saadi, toda placa é recortada em vários pequenos blocos, de várias dimensões. Esses recortes funcionam como uma ferida que não cicatriza: apesar de serem antigos, podem se abrir a qualquer momento para liberar energia. “Se você tem um bloco recortado e o comprime de um lado e de outro, ele rompe onde já existe a fratura”, completa.

Como as maiores catástrofes estão relacionadas às grandes falhas, é comum achar que o Brasil está livre dos tremores de terra, o que é errado. O país já registrou sismos de grande intensidade no Rio Grande do Norte, especificamente no município de João Câmara, e na fronteira entre Mato Grosso e Amazonas. Em Minas Gerais, a população de Pedro Leopoldo e Betim, cidades da Grande Belo Horizonte, também já foram surpreendidas por abalos.

Já na Grécia antiga, vários filósofos investigaram a origem dos abalos sísmicos. Tales de Mileto (625-547 a.C) acreditava que a Terra boiava na imensidão das águas e, quando estas se agitavam demais, provocavam o terremoto. Anaxágoras (500-428 a.C.), por sua vez, defendia que os abalos resultavam de vapores originados do fogo central do Planeta. Para Aristóteles (384-322 a.C.), o ar retido nas profundezas terrestres escapava explosivamente de tempos em tempos, provocando os terremotos.

Muitas teorias se acumularam até que o fenômeno fosse definido como movimentos naturais da crosta terrestre, propagados por meio de vibrações perceptíveis diretamente ou indiretamente, neste último caso por meio do sismógrafo. (Minas faz Ciência)

Em Minas Gerais
Com auxílio do Mapa neotectônico do Brasil, elaborado por Saadi, podemos ver que o Estado de Minas Gerais é cortado por diversas falhas geológicas: BR 24, 25, 26, 27, 28, 29 e BR 47. Chama a atenção a falha BR 47, localizada no norte do Estado e situada à margem esquerda do São Francisco, exatamente abaixo da cidade de Itacarambi, onde ocorreu o sismo de 9 de dezembro.

Esta é uma lista de sismos significativos sentidos no Brasil. Ela está escrita por critérios como:

  • Intensidade do terremoto no estado.
  • Estados onde não houve terremotos, mas tiveram tremores recentemente.
  • Danos ou mortes.
Ano Estado Magnitude (ML) Nº de mortos Notas
1920  São Paulo 5.1 00 O tremor de 5.1 graus atingiu Mogi Guaçu e região , felizmente
não deixaram mortos.
1939  Santa Catarina 5.5 00 Um tremor de 5.5 graus foi registrado na cidade
de Tubarão.
1955  Espírito Santo 6.3 00 Em Vitória, o abalo sísmico causou espanto e medo,
mas ninguém morreu na ocasião e os danos materiais
foram pequenos – o epicentro foi no mar, a 300 km da
costa. “Os prédios só balançaram”, explica o pesquisador
e professor George Sand, do Observatório Sismológico da
Universidade de Brasília (UnB.)
955  Mato Grosso 6.6 00 Foi o maior terremoto já registrado com epicentro dentro
do territorio brasileiro[1].
1980  Ceará 5.2 00 Um tremor de magnitude 5.2 atinge algumas cidades do Ceará,
devido a uma falha geológica.
1983  Amazonas 5.5 00 Sismo de 5.5 atinge cidades do norte do Amazonas.
1986  Rio Grande do Norte 5.3 00 Após uma sequência de tremores de até 5.0 na escala Richter,
4.348 edificações tiveram de ser reconstruídas e 26.200 pessoas
ficaram desabrigadas. As casas com fundações pouco reforçadas
e com telhados pesados foram rapidamente destruídas pelos
movimentos da terra.
2000  Distrito Federal 3.8 00 Tremor de 3.8 atinge cidades do DF , sem deixar nenhum
dano significativo.
2002  Pernambuco 3.9 00
2003  Rio Grande do Norte  Pernambuco  Paraíba 3.8 00 Epicentro no Oceano Atlântico, pouco percebido no continente.
2006  Paraná 4.3 00 Um tremor de 4.3 graus de magnitude, atingiu Telêmaco Borba,
Imbaú, Ortigueira, Reserva, Tibagi, Castro e Ponta Grossa[2].
Sem mortos e poucos danos.
2006  Alagoas  Sergipe Desconhecida 00 O sismo ocorreu as 23h do dia 09 de janeiro e atingiu pelo menos
5 cidades dos estados de Alagoas e Sergipe[3].
2007  Minas Gerais 4.9 01 Um sismo 4.9 atingiu algumas cidades de Minas gerais ,Uma
criança de 5 anos morreu e foi a primeira pessoa a morrer em
um sismo no Brasil.
2007  Amazonas  Acre 6.1 00 Um abalo sísmico forte de magnitude 6.1, atinge cidades e litorais
do Amazonas e Acre devido a uma falha geológica que entra em
fronteira com o Acre.
2008  São Paulo  Santa Catarina  Paraná  Rio de Janeiro  Minas Gerais 5.2 00 com epicentro no oceano, é sentido na cidade de São Paulo e em mais quatro estados brasileiros. O Tremor foi um dos mais importantes do Brasil, já que pode ser sentido em várias capitais do Sul e Sudeste, além de causar possíveis danos a um hospital em São Paulo e interromper o fornecimento de água em algumas cidades.[4]
2008  Ceará 3.9 00 Tremor de 3.9 de magnitude atinge litorais do Ceará
2010  Rio Grande do Norte 4.3 00 Sismo ocorrido com epicentro na cidade de Poço Branco e atingiu outros estados no dia 11 de janeiro. Em Natal, varias pessoas chegaram a esvaziar predios temendo maiores danos.
2010  Alagoas 2.3 00 O tremor atingiu as cidades de Santana do Mundaú, Rio Largo e Messias[5].
2010  Pernambuco 2.4 00 O tremor foi registrado em São Caetano, a 150 Km de Recife e foi sentido em pelo menos 5 municípios[6].
2010  Amazonas  Acre 4.9 00 O sismo ocorreu a uma profundidade de 17 Km a uma distância de 100 Km de Cruzeiro do Sul, na divisa entre o Acre e o Amazonas[7].
2010  Mato Grosso 3.5 00 Tremor de 3.5 atinge cidades de Mato Grosso, gera poucos danos significativos e nenhuma morte.
2010  Mato Grosso 2.3 00 Sismo 2.3 atinge Mato Grosso por uma falha geológica.
2010  Mato Grosso 2.4 00 Outro tremor na mesma região do Mato Grosso, atinge novamente, sem danos ou mortes.
2010  Amazonas 4.9 00 Tremor quase moderado atinge cidades do Amazonas em 2010
2010  Acre 6.5 00 Abalo Sísmico forte de 6.5 graus na escala Richter, atinge o Acre , deixando danos significativos, mas nenhum morto.
2010  Goiás Tocantins 5.0 00 Sismo moderado de 5.0, atinge o Goiás por uma falha geológica, entrando em fronteira com o Tocantins, ocorreu em 8 de outubro de 2010.
2010  Acre 4.7 00 Sismo ocorrido em 30 de outubro de 2010 a 58km de Tarauacá, com 628km de profundidade, é difícil ser sentido, o epicentro foi no Brasil.
2011  São Paulo  Paraná  Rio Grande do Sul 4.8 00 Tremor ocorreu em 1 de janeiro de 2011. O sismo teve seu epicentro na Argentina e foi refletido nos maiores prédios das cidades de São Paulo, Maringá, Londrina, Campinas, Passo Fundo, São Borja, São José dos Pinhais, Indaiatuba e Apucarana. Foi registrado por volta das 7h56 no horário de Brasilia.
2011  Goiás 4.1 00 Sismo ocorrido em 8 de janeiro de 2011 a 10km de Trombas, com 11km de profundidade.
2011  Goiás 2.8 00 Sismo também ocorrido em 8 de janeiro de 2011. Ocorreu 7 minutos e 25 segundos depois do abalo de 4.1 na Escala Richter.
2011  Rio Grande do Norte 2.5 00 Sismo ocorrido em 14 de Janeiro de 2011 na cidade de Taipu no Rio Grande do Norte, a 47 quilômetros de Natal. Nessa cidade, junto com João Câmara e Poço Branco, é constante a ocorrencia de abalos sísmicos[8].
2011  Mato Grosso do Sul 3.8 00 Sismo ocorrido em 5 de março de 2011 na cidade de Paranaíba, no Mato Grosso do Sul. Duas casas desabaram, oito foram interditadas e 31 casas sofreram algum dano estrutural.[9]
2011  Rio Grande do Norte 2.6 00 Sismo ocorrido em 12 de março de 2011 na cidade de Taipu no Rio Grande do Norte, a 47 quilômetros de Natal. O Horario do tremor foi as 13:00h. Nessa cidade, junto com João Câmara e Poço Branco, é constante a ocorrencia de abalos sismicos[8].
2011  Rio Grande do Norte 6.0 00 Sismo ocorrido em 15 de maio a 1.277 km nordeste de Natal, em meio ao atlântico. Foi descartado qualquer tipo de ondas gigantes[10].
2011  Acre
Amazonas
7.0 00 Sismo ocorrido em 24 de agosto com o epicentro localizado no Peru, mas foi sentido nas cidades de Cruzeiro do Sul, Acre e em Manaus, no estado do Amazonas.
2011  Rio Grande do Norte 1.9 00 Sismo ocorrido em 12 de Outubro de 2011 na cidade de João Câmara no Rio Grande do Norte, a 47 quilômetros de Natal, às 17:22 UTC (14:22 h. local). O registro desse evento foi feito pela estação de Riachuelo (RCBR), a 36 km do epicentro[11].
2011  Rio Grande do Norte 2.3 00 Sismo ocorrido em 12 de Outubro de 2011 com epicentro na cidade de João Câmara no Rio Grande do Norte, a 47 quilômetros de Natal. Magnitude 2.3, às 17:31 UTC (14:31 h. local). O registro desse evento foi feito pela estação de Riachuelo[11].
2011  Rio Grande do Norte 2.1 00 Sismo ocorrido em 19 de Outubro de 2011 com epicentro na cidade de João Câmara no Rio Grande do Norte, a 47 quilômetros de Natal. Magnitude 2.1, às 11:48 UTC (08:48 h. local). O registro desse evento foi feito pela estação de Riachuelo[11].
2011  Rio Grande do Norte 2.3 00 Sismo ocorrido em 21 de Outubro de 2011 com epicentro na cidade de João Câmara no Rio Grande do Norte, a 47 quilômetros de Natal. Magnitude 2.3, às 23:12 UTC (20:12 h. local). O registro desse evento foi feito pela estação de Riachuelo[11].
2011  Rio Grande do Norte 2.2 00 Sismo ocorrido em 22 de Outubro de 2011 com epicentro na cidade de João Câmara no Rio Grande do Norte, a 47 quilômetros de Natal. Magnitude 2.2, às 00:26 UTC (21:23 h. local do dia anterior). O registro desse evento foi feito pela estação de Riachueloref name=”JCamara” />.
2011  Rio Grande do Norte 2.1 00 Sismo ocorrido em 22 de Outubro de 2011 com epicentro na cidade de João Câmara no Rio Grande do Norte, a 47 quilômetros de Natal. Magnitude 2.1, às 00:39 UTC (21:39 h. local do dia anterior). O registro desse evento foi feito pela estação de Riachuelo[11].
2011  Rio Grande do Norte 2.6 00 Sismo ocorrido em 23 de Outubro de 2011 com epicentro na cidade de João Câmara no Rio Grande do Norte, a 47 quilômetros de Natal. Magnitude 2.6, às 10:17 UTC (07:17 h. local). O registro desse evento foi feito pela estação de Riachuelo[11].
2011  Rio Grande do Norte 2.6 00 Sismo ocorrido em 23 de Outubro de 2011 com epicentro na cidade de João Câmara no Rio Grande do Norte, a 47 quilômetros de Natal. Magnitude 2.6, às 10:29 UTC (07:29 h. local). O registro desse evento foi feito pela estação de Riachuelo[11].
2011  Rio Grande do Norte 2.2 00 Sismo ocorrido em 23 de Outubro de 2011 com epicentro na cidade de João Câmara no Rio Grande do Norte, a 47 quilômetros de Natal. Magnitude 2.2, às 19:18 UTC (16:18 h. local). O registro desse evento foi feito pela estação de Riachuelo[11].
2011  Rio Grande do Norte 2.8 00 Sismo ocorrido em 24 de Outubro de 2011 com epicentro na cidade de João Câmara no Rio Grande do Norte, a 47 quilômetros de Natal. Magnitude 2.8, às 12:38 UTC (09:38 h. local). O registro desse evento foi feito pela estação de Riachuelo[11].
2012  Minas Gerais 5.0 00 Sismo ocorrido em 19 de maio de 2012 com epicentro na cidade de Montes Claros em Minas Gerais. Magnitude 5.0 ( 10:41 h. local)
2012  Amazonas 7.1 00 Epicentro localizado na Colômbia, a 38 Km de Sucre e a 1082 Km de São Gabriel da Cachoeira, a 140 Km de profundidade[12].
2012  Minas Gerais 2.9 00 Sismo ocorrido em 19 de dezembro de 2012 com epicentro na cidade de Montes Claros em Minas Gerais. Magnitude 2.9 ( 03:31 h. local)
2013  Acre 5.2 00 Sismo ocorrido em 05 de junho de 2013 com epicentro no Peru, a 189 km da cidade de Cruzeiro do Sul, no Acre, onde foi sentido com pouca intensidade. Magnitude 5.2 ( 05:14 h. local)
2013  Rio Grande do Norte 3.0 00 Sismo ocorrido em 22 de Outubro de 2013 com epicentro na cidade de Pedra Preta no Rio Grande do Norte, a 149 quilômetros de Natal, em uma região conhecida como Cabeço Preto, ao norte do município. Magnitude 3.0, às 21:35 h. local. O registro desse evento foi feito pela estação de Riachuelo.
2013  Rio Grande do Norte 3.7 00 Sismo ocorrido em 25 de Outubro de 2013 com epicentro na cidade de Pedra Preta no Rio Grande do Norte, a 149 quilômetros de Natal, em uma região conhecida como Cabeço Preto, ao norte do município. Magnitude 3.7, às 08:09 h. local. O registro desse evento foi feito pela estação de Riachuelo.
2014  Rio Grande do Norte 1.9 00 O Laboratório de Sismologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (LabSis/UFRN) registrou um novo tremor no município de Pedra Preta, a 149 quilômetros de Natal, ocorrido no fim da tarde desse domingo (5). De acordo com o laboratório, a magnitude registrada foi de 1.9 na escala Richter.
2014  Acre 5.1 00 Sismo ocorrido em 07 de Abril de 2014 com epicentro localizado a 89km da cidade de Tarauacá, com seu hipocentro localizado a 559 km de profundidade. Não houve registro de danos.
2015  Mato Grosso 4.1 00 Sismo ocorrido em 26 de Janeiro de 2015 na zona rural de Tabaporã (600 km de Cuiabá), ocorreu a cerca de 20 quilômetros da cidade, por volta das 04:14 h, no horário de Brasília, e teve duração de aproximadamente 60 segundos.
2015  Mato Grosso 4.1 00 Sismo ocorrido em 11 de Fevereiro de 2015 registrado na cidade de Confresa, a 1.160 km de Cuiabá, o sismo foi registrado às 06:45 h [horário de Mato Grosso], com 10 km de profundidade.
2015  Mato Grosso 3.1 00 Sismo ocorrido em 12 de Fevereiro de 2015 registrado na cidade de Confresa, a 1.160 km de Cuiabá, O abalo sísmico atingiu magnitude de 3.1 graus na Escala Regional Brasileira e o pico da intensidade ocorreu entre as 13:09 h e 13:10 h.
2015  Rio Grande do Sul Não informada 00 Tremor ocorrido em decorrência do terremoto em Illapel, Chile. Seu reflexo foi sentido em várias cidades do estado do Rio Grande do Sul, como Pelotas, Rio Grande, Santa Maria, Passo Fundo entre outras e até mesmo, em outros estados do país. Foi sentido às 20:15 do dia 16/09/2015 e teve réplicas na noite de 17/09/15 e madrugada de 18/09/15.
2015  Rio Grande do Norte 3.6 00 Sismo ocorrido em 20 de Setembro, as 11:04 hora local no município de João Camara
2015  Mato Grosso do Sul 4.1 00 Um terremoto de 4.1 pontos de magnitude foi registrado no Brasil, 06/11, a 88 km da cidade de Miranda (MS), a14 km de profundidade. O evento ocorreu as 01h47 pelo horário de Brasília e teve seu hipocentro localizado abaixo das coordenadas 19.45S e 56.35W, a 88 km de Miranda, 127 km de Bodoquena (MS) e 128 km da cidade de Anastácio (MS).
2015  Acre
Rondônia
Amazonas
7.6 00 Terremoto de 7.6 graus de magnitude com epicentro em território peruano nas proximidades da fronteira com o Brasil, a 169 km da cidade de Tarauacá (AC), registrado no dia 24 de novembro. Foi sentido com forte intensidade em Rio Branco (AC) e Porto Velho (RO), onde prédios fora evacuados, e com menor intensidade em Manaus (AM).
2015  Acre 4.6 00 Um terremoto de 4.6 pontos de magnitude foi registrado no Brasil em 25 de novembro, a 78 km da cidade de Tarauacá (AC), a 609 km de profundidade.
2015  Acre 6.7 00 Um terremoto de 6.7 pontos de magnitude foi registrado no Brasil em 26 de novembro, a 167 km da cidade de Tarauacá (AC), a 604 km de profundidade. Terremoto mais intenso já registrado com epicentro dentro do território brasileiro.
2015  Acre 4.9 00 Um terremoto de 4.9 pontos de magnitude foi registrado no Brasilem 26 de novembro, a 188 km da cidade de Tarauacá (AC), a 609 km de profundidade.
2015  Acre 5.1 00 Um terremoto de 5.1 pontos de magnitude foi registrado no Brasil em 26 de novembro, a 136 km da cidade de Tarauacá (AC), a 626 km de profundidade.
2015  Maranhão 6.5 00 Muitos relatam que foi efeito do abalo sísmico extremamente forte de magnitude 8.3 ,que atingiu o Chile No dia 16/09/15, outros acreditam que foi uma falha geológica

|2017 | Maranhão |4.7 |00 |Um tremor de terra de magnitude 4,7 na escala Richter atingiu na manhã do dia 03 de janeiro de 2017 várias cidades do Maranhão. O epicentro, segundo o Observatório Sismológico da Universidade de Brasília (UNB), foi na cidade de Vargem Grande, 180 km de São Luís. Segundo relatos, durou cerca de 15 segundos. |}  fonte(Wikipédia)

Seja o primeiro a comentar

Faça um comentário

Seu e-mail não será publicado.


*